Humanos

Durante milénios os humanos dirigiam o destino de todos os reinos de Maestros, o maior continente de Stromfold, mas tudo mudou quando os dragões surgiram do horizonte a sudeste.

Seres alados com poderes que os humanos alguma vez podiam imaginar em igualar rapidamente os subjugaram, se bem que muito casos a subjugação era mais veneração.
Seguiu-se um período de cerca de 900 anos em que Maestros era completamente dominada por dragões, e os territórios dependiam onde um dragão fazia o seu antro. As guerras entre humanos eram incitadas pelos dragões que os tratavam como peças de xadrez num jogo que só podia ser desfrutado por eles.

Também surgiram inúmeras religiões associadas a este ou aquele dragão e muitas foram as cruzadas que estes fizeram contra descrentes.

Tudo mudou quando 273 anos antes da destruição de Fardem. Um grupo de dragões imaturos que tinham vindo de Dadragon há pouco tempo atacaram Fershar e deixaram-na em rúinas. Fershar era uma das cidades mais poderosas naquele tempo que estava no território de Moblum. No entanto Moblum não fez nada em relação ao ataque dos jovens dragões que atacaram a cidade que era controlada, ele não queria saber se humanos morriam no seu território para ele não passavam de um brinquedo e comida de vez em quando, por isso todos os que se aventuravam a pedir-lhe ajuda tinham um triste fim. Passaram-se duas semanas sem qualquer acção por parate de Moblum, e os sobreviventes revoltaram-se. Entre eles estava Marco que se aparesentou como um veterano na caça de dragões, titulo que lhe teria dado direito a forca 2 semanas antes era agora o que provocava a mudança dos gritos de revolta para vingança. Um mês mais tarde juntamente com cerca de 60 sobreviventes ele caçou e matou os 4 dragões que tinham destruido Fershar. Moblum foi também apanhado por Marco umas semanas depois ainda este não sabia do destino dos seus irmãos mais novos.

Passou quase um ano antes de os dragões darem pela falta de Moblum e por fim terem confirmado o seu assassínio. Perante tal quadro 8 dragões espalharam destruição pelas cidades dos humanos.

O titulo de Marco, o caçador de dragões, rapidamente se espalhou pelos humanos, que constantemente ameaçados pelos dragões procuram agora ripostar na mesma moeda, muitos eram o que procuravam juntar-se a ele.

Marco no entanto sabia que não tinha qualquer hipótese de fazer uma guerra aberta contra os dragões por isso durante 4 anos treinou grupos constituídos por 20 a 30 membros que caçariam individualmente. Impondo também que apenas caçassem um dragão por ano e que o comandante de cada grupo fosse tratado como Marco até ao verão de 267 antes das destruição de Ferdam, sendo que nesse verão deveriam matar a maior quantidade possível.

Embora apenas existissem 18 grupos totalmente treinados, mais de 100 dragões foram mortos naquele verão. Os vários anos que se mantiveram a matar a apenas 1 dragão permitiu-lhes obter informação detalhada sobre o posicionamento de vários locais onde os dragões descansavam o que aumentou a quantidade de alvos que poderiam atingir num determinado espaço de tempo.

Foi assim que começou a revolta, os relatos da queda de dragões espalhou-se por toda Maestros, nesse verão metade da população de dragões que residia em Maestros tinham sido mortos. Fala-se em exército na ordem dos milhares que se tinham dado guerra aos dragões quando nem 500 eram, sendo que o seu sucesso estava unicamente relacionado com a organização.
Mas de facto rapidamente os exércitos de milhares surgiram apenas para serem dizimados por dragões em fúria. Os humanos ainda não tinham poder para os defrontar em campo aberto.

Mas a matança começada por Marco continuou, e os Dragões começaram a procurar refugio em montanha pouco acessiveis a humanos. Foi então que os dragões tomaram os kobolds como seus aliados e começaram a usá-los como proteção e patrulhas de busca pelos seus mais temíveis os Caçadores de Marco.

Tudo ficou mais dificil para os humanos, os ataques surpresa a dragões eram agora quase impossiveis devido há vigilância dos kobolds, quando fugiam para locais onde os dragões não os podiam seguir eram perseguidos por grupos de kobolds.

Mas então Ferdam foi destruída.

O norte de Maestros nesta altura estava inabitada por dragões, estes tinham sido rechaçados para junto da costa a sudeste. No entanto com a ajuda dos kobolds estavam novamente a dirigirem-se para norte.

Mefad rei de Solfim foi quem enviou emissários a Fardem há procura de ajuda e foi ele que de certa forma provocou a destruição desta. Por isso quando os habitantes de Fardem bateram há sua porta ele aceitou ajudá-los e encaminhou-os para a terra que seria o seu novo reino.

A chegada dos elfos a Maestros mudou a guerra. Os seus arcos e os seus arqueiros eram capazes de tirar os dragões do ar e adição destes ao exércitos humanos permitia a estes entrar em guerra aberta com os dragões.

Gerou-se um impasse na guerra onde elfos e humanos mantinham o norte de Maestros enquanto os dragões e kobolds o sul.

Até que em 232, depois da destruição de Fardem, os dragões começaram a cair do céu. Afectados por uma doença desconhecida  a que todos os seus inimigos diziam ter sido eles a criar, estes vinham as suas asas serem destruídas e perdem a maior vantagem que tinham contra os seus inimigos, voar.

Seguiu-se então uma chacina que fez lembrar os primeiros tempos de revolta e agora apenas permanecem em Maestros aqueles que vivem em lugares inóspitos, todos os outros dragões voltaram para Dadragon. ainda houve tentativas de alguns de levarem guerra há terra dos dragões, mas os que não pereciam no mar revolto, tinham um fim ainda mais infeliz.

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